quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"Home" the Film featuring Danny MacAskill

Algum tempo atrás, postei um vídeo (Inspired Bicycles) do jovem escocês Danny MacAskill, com suas peripécias sob duas rodas pelas ruas de Edimburgo. O vídeo, até então amador, alcançou mais de 20 milhões de "views" no Youtube e lançou Danny ao estrelato das duas rodas, com direito a contrato com um grande fabricante de energéticos e agenda mundial de apresentações. Danny e outros pilotos desafiam as leis da gravidade agora no filme Home. Além de manobras incríveis, vale a pena ver pelo visual.


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Fórmula 1 - Autódromo de Yeongam

Neste final de semana, foi realizada a corrida inaugural do circuito de Yeongam, na Coréia do Sul. A corrida estava sendo dominada de ponta a ponta pelo alemão Sebastian Vettel da Red Bull, porém, devido a um problema no motor de seu carro, Vettel acabou abandonando, deixando a vitória nas mãos do espanhol Fernando Alonso, da Ferrari. Dito isso, o que gostaria de ressaltar foram as máquinas que os pilotos utilizaram para fazer o reconhecimento do circuito, ainda na semana passada. Pelo menos no mundo das bike, creio que o Fernando Alonso saiu na frente..hehe



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Air Bag para Bike

Empresa sueca cria 'airbag' para ciclistas

Equipamento será colocado à venda por R$ 690.
'Airbag' é inflado antes de o ciclista bater a cabeça.

Do G1, em São Paulo

Uma empresa sueca criou um "airbag" para ciclistas. Chamado de "Hvvding", o equipamento de segurança tem o formato de um colar, que entra em ação dentro de 0,1 segundo, cobrindo o crânio e pescoço do ciclista, em caso de impacto, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

O "Hvvding" (assista a vídeo) foi projetado durante seis anos por dois estudantes de desenho industrial. Segundo a designer Anna Haupt, a empresa espera vender o "airbag" na Europa no próximo ano por cerca de 260 libras (R$ 690).


A empresa desenvolveu um sistema em formato de colar, contendo um airbag dobrado, que só é acionado quando os sensores detectam um choque súbito. Um cilindro de gás hélio infla o colar em apenas 0,1 segundo, protegendo o crânio e pescoço do ciclista.

Os inventores destacaram ainda que o cliente pode combinar a cor do colar com a roupa que está usando. Para chegar ao projeto final, a equipe realizou centenas de testes usando dados de colisões de ciclistas. O "airbag" é inflado antes de o ciclista bater a cabeça.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A minha bicicleta

Achei esse poema no blog da minha amiga Michelle e decidi compartilhar aqui. Muito legal.


A minha bicicleta

A minha bicicleta
só tem dois pedais
mas se monto nela
não tem dois, tem mais !

A minha bicicleta
tem um guiador
quando monto nela...
...sou aviador!

No jardim onde ando
não vejo um canteiro...
sou aviador,
vejo o mundo inteiro

Voo mesmo a sério !...

Por cima das árvores
(não toco no chão!)
voo mesmo a sério
vou de avião...

A minha bicicleta
também tem selim
mas eu nem me sento,
gosto mais assim :

Pedalo em pé
dá mais rapidez
a minha bicicleta
é o que tu vês:

É um avião,
pois eu não te digo?!

Da próxima vez...

Da próxima vez
Levo-te comigo?
(Fernando Miguel Bernardes)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Para ver de longe

Quando pedimos informações sobre um local onde vamos pela primeira vez, sempre solicitamos um ponto de referência, algo que torne a tarefa de localizar este local mais fácil. Pois bem, o dono de uma loja de bike na cidade de Altlandsberg, próximo a Berlin, literalmente pendurou 120 referências na fachada de sua loja. Além de facilitar a localização de sua loja, a brincadeira transformou a frente do prédio em uma verdadeira obra de arte.

Via: www.coletivoverde.com.br

Fixa

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Músicas para Pedalar - Parte 14

Música de uma lenda da guitarra (J. Hendrix), sendo interpretada por outra lenda (SRV).


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Parabéns ao Vôlei Brasileiro - Tri Campeão Mundial

Não poderia deixar de comentar sobre a conquista do tri-campeonato mundial de Vôlei, ganho pelo Brasil no último domingo, em uma final simplesmente arrasadora para cima do time de Cuba. Bernardinho e seus comandados mostraram que o vôlei brasileiro continua sendo a principal equipe no mundo, que vem dominando a cena no mundo pelos últimos 10 anos. O jogo final mostra também, que talvez a estratégia de poupar os jogadores titulares contra a Bulgária, ainda na segunda fase do campeonato, talvez não tenha sido uma boa escolha, tendo em vista toda a polêmica que o episódio gerou. Mas o importante foi que Bernardinho e sua trupe demostraram não somente aos críticos italianos, mas ao mundo todo que o Brasil continua sendo a melhor seleção de voleibol do mundo. Parabéns a todos.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Bike Pet

Interessante este quadro de bicicleta construída a partir de garrafas PET. Creio que para fazer trilhas ou um ciclismo mais "extreme", talvez não seja o melhor produto, porém, para a aplicação no dia a dia e para dias de lazer na cidade, este produto com certeza terá um filão importante, principalmente pelo forte (e duplo) apelo ecológico.


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ciclovias pelo Brasil

Direto do Uol.com.br

Ciclovias

Bicicleta é meio de transporte não-poluente

Ronaldo Decicino*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de bicicletas e deverá fechar o ano de 2008 com uma produção de 5,6 milhões de unidades, estando atrás apenas da China e da Índia. A idéia de se adotar bicicletas como meio de locomoção está amadurecendo e o país investe em vias exclusivas (ciclovias) para essa modalidade de transporte.

Apesar da falta de ciclovias, o uso da bicicleta como meio de transporte não é insignificante no Brasil. De acordo com levantamento feito em 2005 pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), 7,4% dos deslocamentos em área urbana são feitos de bicicleta, num total de 15 milhões de viagens diárias no país. As viagens, inclusive, já não estão mais concentradas nas pequenas e médias cidades do interior, mas também nas grandes metrópoles.

Várias capitais brasileiras já contam com projetos de ciclovias, como São Paulo - que pretende implantar aproximadamente 900 quilômetros de pistas para bicicletas até 2018 - e o Rio de Janeiro, que pretende construir uma malha equivalente à capital paulista.

Porto Alegre prevê a construção de ciclovias ou ciclo-faixas em 495 quilômetros de ruas e avenidas da capital gaúcha. Belo Horizonte discute projetos para seis ciclovias, que irão dobrar para 40 quilômetros as já existentes na cidade. Vitória e Brasília também já possuem projetos de construção de ciclovias.

O Brasil possui, atualmente, 60 milhões de bicicletas, sendo que 53% delas são utilizadas como transporte, para ir e voltar do trabalho ou da escola. Em 2008, pouco mais de 2,5 mil quilômetros de ciclovias encontravam-se distribuídos por 279 cidades. As cidades do Rio de Janeiro (com 160 quilômetros) e Curitiba (com 122 quilômetros) são as mais bem servidas por ciclovias. No caso de São Paulo, a cidade possui apenas 23,5 quilômetros dessa via exclusiva.

Ciclovias e espaço urbano

A implantação das ciclovias prevê que a construção dessas redes seja bem planejada, seguindo o conceito de ciclo-redes, com trajetos curtos, integradas a terminais de ônibus e trens, que deverão ter bicicletários.

Na maioria das metrópoles brasileiras, o incentivo e o acesso ao uso da bicicleta como meio de transporte, embora com atraso, chega num momento oportuno. Basta lembrar que a prioridade do transporte individual e a conseqüente construção de grandes avenidas acabam resultando na circulação de 3,5 a 4 milhões de veículos nos horários de pico, causando congestionamentos superiores a 150 quilômetros.

Embora a construção de ciclovias seja simples, há necessidade de se seguir alguns parâmetros para que traga bons resultados: além da disponibilidade de espaço nas ruas ou calçadas, é desejável que elas sejam implantadas em áreas planas. São Paulo, por exemplo, foi construída sobre vales e morros, ou seja, muitos bairros que não possuem topografia plana, ou declividade entre 0% e 10%, apropriada para ciclistas, deixarão de ser atendidos por essas redes. E esse obstáculo ocorrerá não só na capital paulista, como também em várias outras cidades brasileiras.

De qualquer forma, existem inúmeras maneiras de adequar os espaços urbanos ao uso de bicicletas. Além disso, a construção de espaços para pedestres e ciclistas não pressupõe rios de dinheiro, como os que são consumidos pelo automóvel.

Na verdade, organizar o espaço público para receber um expressivo número de ciclistas é uma medida ligada ao chamado traffic calming, um conceito que se espalha pelo mundo - na tradução literal, "acalmar o trânsito", ou seja, no caso dos ciclistas, reduzir a velocidade e o poder letal dos automóveis, para que todos possam circular pelas cidades com segurança e sem poluir o planeta.

O incentivo às ciclovias pode tirar das ruas uma boa quantidade de carros - vale lembrar que mais de 14% das emissões de dióxido de carbono no planeta vêm do setor de transporte, e a bicicleta é um veículo que não polui.

Ciclovias no mundo

Em várias cidades da Europa, Estados Unidos e Japão, vias exclusivas para bicicletas já existem há anos. A Holanda, por exemplo, possui 34 mil quilômetros de ciclovias. Em Copenhague, na Dinamarca, 36% da população utiliza a bicicleta para ir ao trabalho. Paris, uma das cidades mais bem servidas de metrô do mundo, implantou, há pouco tempo, 300 quilômetros de ciclovias.

Nova York, que já possui 180 quilômetros de ciclovias, planeja criar mais 120 quilômetros até o final de 2009. Bogotá é a única cidade sul-americana que está entre as cidades mundiais que contam com um bom número de ciclovias: implantou 340 quilômetros nos últimos sete anos.

Bibliografia

  • Revista Estudos de Problemas Brasileiros, outubro/2009.
  • Revista Boa Forma, dezembro/2007.
  • *Ronaldo Decicino é professor de geografia do ensino fundamental e médio da rede privada.