quinta-feira, 30 de abril de 2009
Paris - Roubaix 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
FreeRide Again
quinta-feira, 16 de abril de 2009
The Rock - O Desafio da Placa
Fotos: Divulgação e Ativo.com
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Serra do Curral - Belo Horizonte
Conversando com alguns bikers da região, me disseram que a região de Nova Lima, que começa após a Serra do Curral, tem trilhas muito legais. Pena que na minha estada na cidade, não tive tempo de explorar mais esta região. De qualquer forma, valeu a pena escalar até o topo de BH...hehe
sexta-feira, 20 de março de 2009
DH e Free-Ride
Para quem gosta de FR e DH, achei este videozinho pela net estes tempos. Trata-se de nada mais, nada menos que os irmãos Athertons, descendo "pirambas" animais no deserto do estado americano de Utah.
Simplesmente massa. Os créditos estão no final do filme.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Trilha da Pedra - Morungaba/SP
Comecamos pedalando no asfalto rumo ao Pico das Cabras.(Campinas - Morumgaba) Viramos a direita, entramos na rua de terra e ai começa a brincadeira. Logo de cara pegamos subida, bastante subida.
Quando finalmente vencemos as subidas mais fortes, entramos em uma chácara, pegamos um pouco de água e seguimos pela estrada.
Entramos por uma abertura na cerca e o Emilio tomou um capote, nada grave e rendeu boas risadas. O Luciano achou que estava brincando de peão de boiadeiro com a bike e tambem quase levou um chão. Acho que o pé não saiu do clip e por isso desequilibou.
No inicio do single tem uma subidinha, atravessa uma mata e chegamos em uma pedra onde paramos para fotos. O lugar eh muito show, da para ver Morungaba, um monte de morros, o horizonte. Dificil descrever e as fotos mostrarão o visual.
De volta ao single, era descida, bem acidentada e fechado. Perfeito !!!
Entramos em outro single onde tem uma vala de +/- 30cm de largura e 1,5m de produndidade que acompanha o single por uns 300metros. Cair ali ia ser feia a coisa.
Chegamos em uma área que foi desmatada recentemente, infelizmente. E isso nos confundiu um pouco por onde seguir. Encontramos o caminho e iniciamos a subida.
Na última vez em que estivemos lá, nos ralamos para subir e dessa vez subimos numa boa. Até achamos estranho, como melhoramos muito nosso condicionamento desde a última vez... Até que... Lembramos que são 2 subidas nesse trecho e a segunda eh a que pega pra valer.
Eh uma subida no meio dos eucalipitos. Tem pedras soltas, muita folha, galhos, bastante ingrime e longa. Iniciamos a subida.
Pegamos uma descida de +/- 4km. Ae foi minha vez de andar forte hohoho.
O Luciano e Gustavo andaram um pouco mais forte e nós fomos junto com o Fábio que não estava bem. No meio da escuridão veio uma caminhonete dos céus, dirigida pelo Santo Luis. Colocamos a bike na carroceria e o Fábio foi para Joaquim Egidio. Eu, Digão e Emilio continuamos pela trilha e chegamos até o Luciano e Gustavo que nos esperava para comecar o trecho de 8km de asfalto. Essa hora foi Insana.
Noite, tudo escuro, asfalto, sem carro algum e frio, muito frio... montamos um pelotão e mandamos ver. Muito legal e dificil descrever como foi legal.
Finalmente chegamos no ponto de partida e o Fábio esparava por nos, já estava melhor.
Bom, o pedal foi isso, pura emoção.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Pedal Monte Verde-MG até Atibaia-SP
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Pedal na Eslovênia
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O Desafio das Pedras
Pois bem, como neste feriado estava com viagem marcada para a casa da minha mãe, que fica situada nesta região, decidi explorar algumas trilhas próximas à Barragem de Furnas, que pela proximidade a Serra da Canastra tem todos os ingredientes para um pedal legal.
Como não conheço nada da região, pedi auxílio ao meu primo Fernando e a um parceiro de trilha dele chamado Pardini. Ambos são funcionários de Furnas Centrais Elétricas e fazem enduro de moto na região.
Durante a semana que antecedeu minha viagem, o Pardini deixou com meu primo algumas imagens do Google Earth com os pontos de referência de uma trilha no entorno da Barragem demarcados.
Seria um pedal de mais ou menos 50 km, com nível de dificuldade médio.
Bike no carro, chegamos em Furnas no domingo, por volta das 9 horas da manhã. Minha esposa, filhas e minha mãe ficaram na casa de minha tia.
Eu e meu primo seguimos sentido ao inicio da trilha. Ele me acompanhou de moto nos primeiros 10 km a fim de explicar as referências dos mapas editados pelo Pardini e me mostrar algumas particularidades da região.
Trecho 1 – Passagem pela Barragem
Logo de início, seguimos sentido ao topo da Barragem de Furnas, afim de atravessar para a outra margem do Rio Grande.
Visual incrível da Hidroelétrica, do Rio e do reservatório. Depois da travessia por cima da Barragem, fizemos uma parada rápida no mirante da represa, afim de contemplar a paisagem e tirar algumas fotos.
Saindo do mirante, seguimos sentido travessia do Quebra Anzol. Descemos um trecho de single track até chegarmos às margens de um pequeno riacho, onde esta situado o camping Quebra Anzol. Vale mencionar que a região de Furnas encontramos em abundância um tipo de pedra conhecida como pedra mineira. Não preciso nem dizer como é difícil escalar e descer paredões composto com este tipo de pedra.
Para quem não conhece a pedra mineira, ela é muito utilizada em revestimento em bordas de piscinas.
Seguindo a travessia do Quebra Anzol, escalamos um pequeno trecho de "single tracks" em pedra e chegamos até a rodovia que daria acesso a outra trilha, que nos levaria até o Paraíso Perdido. Deste trecho em diante, meu primo Fernando me passou as ultimas orientações, desejou um bom pedal e retornou para Furnas.
Aos poucos a Barragem estava cada vez mais distante.
Trecho 2 – Paraíso Perdido
Seguindo pouco menos que um quilômetro pela rodovia, encontrei o acesso a trilha do Paraíso Perdido. A trilha na verdade é um estradão, margeado por plantações de cana e mata fechada em alguns trechos. Depois de alguns quilômetros de escaladas e descidas íngremes, cheguei a portaria da pousada Paraíso Perdido.
Antigamente esta região era de acesso livre a cachoeira que tem no local. Depois de alguns anos o proprietário da área resolveu construir uma pousada e camping e o acesso passou a ser controlado. Chegando nesta pousada, depois de mais ou menos 17 km rodados, decidi me informar com o pessoal de lá para saber se realmente estava na rota correta.
Segundo informações do pessoal da pousada, eu estava corretamente no roteiro traçado pelo Pardini, porém, eles me alertaram que pela dificuldade do terreno, provavelmente demoraria um bom tempo para completar o trajeto. Como a hora já estava adiantada e eu não tinha levado suprimentos, decidi aceitar a sugestão deles e retornar contornando uma chapada que compõe o vale ao redor da Barragem.
Trecho 3 – Paraíso Perdido-Casarão
Saindo do Paraíso Perdido, continuei em direção as referências demarcadas pelo Pardini. Chegando ao Casarão (um casarão abandonado no meio da trilha) encontrei uma corredeira de água, na qual tive que parar para pegar um pouco de água e tirar algumas fotos.
Como a água desta corredeira é proveniente de nascente, não preciso nem comentar o quanto estava limpa e gelada. As fotos falam por si só.
Trecho 4 – Início da subida da Chapada
A partir deste ponto, acabei saindo da trilha demarcada pelo Pardini e segui sentido a escalada da chapada, trilha essa indicada pelo pessoal do Paraíso Perdido. Aos poucos a trilha foi sumindo e logo me vi em um grande descampado, com muita vegetação rasteira e solo pedregoso.
Chegando ao topo da primeira etapa da chapada, percorri alguns trechos pedaláveis e segui sentido ao topo principal. O que era para ser um pedal de reconhecimento, se transformou em um Pedal de Corvo total...
Mais uma vez, bike nas costas e morro acima. Depois de mais ou menos uns 15 minutos, finalmente cheguei ao topo desta chapada. A vista simplesmente era deslumbrante. Consegui ver o reservatório, a Barragem, o acampamento de Furnas e a cidade de São José da Barra.
Depois, foi só me hidratar bem e fazer o caminho inverso. Já eram quase um hora da tarde e estava novamente atravessando o Quebra Anzol e seguindo rumo a Barragem. Ao chegar ao topo da Barragem, chegando novamente a Furnas, uma surpresa: minha corrente havia quebrado. Como já estava chegando, desci o ladeirão de acesso a Barragem e terminei o trajeto empurrando a bike.
Foi isso pessoal, mais ou menos 40 km de trilha com muita subida, pedra solta e uma ciclo escalada.
Gostaria de agradecer a ajuda e apoio do Pardini, que nos apresentou a região com um mapa show de bola e ao meu primo Fernando, pelas dicas e pela parceria que nos fez durante o primeiro trecho da trilha. Pena não ter pedalado o trajeto todo, porém oportunidades não irão faltar.
À tarde, juntamos toda a família e fomos rodar de carro mesmo por mais alguns locais da região. Simplesmente maravilhoso.
Texto e Fotos: Rodrigo Damaceno
Viagem realizada em Abril de 2007






























